quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Não me liga nenhuma!
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
O deleite de a ter a meu lado
sábado, 7 de novembro de 2009
O filme que não vi ...
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Estás deserta

terça-feira, 7 de julho de 2009
Por telefone
Eu - Graças às mensagens anteriores estou a fazer limpezas com imagens porno na cabeça! Oh pá!!! Não dá jeito nenhum estar a aspirar as escadas e ver-te sentada no primeiro degrau, completamente nua a sorrir para mim. Muito menos jeito dá a vontade de subir os degraus e ajoelhar-me à tua frente e beijar-te enquanto passo as minhas mãos pelo teu pescoço e desço para as tuas mamas. Pior se imagino como seria deixar um rasto de beijos até ao teu umbigo enquanto te acaricio as pernas, as coxas, a barriga. E se me deixar ir mais um bocadinho e pensar que te inclinas para trás e me deixas descer mais um bocadinho enquanto abres as pernas... pronto, dou por mim a aspirar os mesmos 4cm de escada à 10 minutos.
Ela - Olha que arranjei uma namorada e tanto... isto é que são imagens descritivas.
Eu - Não. Descritivo, descritivo era explicar-te em pormenor o quão molhada fico só de imaginar o teu sabor na minha boca ou que quase doi a vontade de te ter colada a mim quando imagino ter-te assim.
terça-feira, 30 de junho de 2009
À chuva
sexta-feira, 26 de junho de 2009
No sofá
Estava molinha, molinha, estava longe de pensar que te iam dar assim uns apetites naquela altura, mesmo quando me acariciaste por cima da saia soube-me bem (sabe-me sempre...) mas continuei calma.
Quando me levaste para a sala e me deitaste no sofá pensei que ia ser bom estar agarrada a ti, sentir-te bem perto e aproveitar os teus beijos (cada um mais saboroso que outro...).
Já devia saber o efeito que tu tens em mim (mexes comigo de uma forma...).
Meia dúzia de beijos, a sensação das tuas pernas entrelaçadas nas minhas e despertaste em mim aquela fome que tenho de ti (quero-te tanto...).
Deu-me um gozo enorme quando te vieste e mo disseste (até estremeço quando me sussurras assim...).
Adorei vir-me para ti enquanto me deixava levar pelo prazer que me deste (deixas-me sempre deliciada...).
Fazer amor contigo é sublime.
terça-feira, 23 de junho de 2009
Noites de Verão
sexta-feira, 19 de junho de 2009
Sonho de uma noite de Verão - parte 3
Eu sei que devia ter fechado os olhos, eu sei que devia ter inclinado mais a cabeça para a direita para dar mais jeito, eu sei que devia ter dado um suspiro de contentamento e tê-la beijado com carinho e ternura... mas quando a vi aproximar-se cada vez mais o meu coração disparou e quando os lábios dela tocaram os meus susti a respiração e fiquei imóvel a olhar para ela, com medo que qualquer movimento da minha parte afugentasse aquele momento.
Os lábios dela eram macios e quentes, aveludados até, tiradinhos de uma descrição de um daqueles romances cor de rosa, absolutamente perfeitos.
Ela quebrou o contacto e afastou-se um pouco, os seu olhos colados nos meus em busca de uma reacção.
O meu corpo, a minha mente, o meu coração... toda eu protestei aquela distancia. Nada nunca me tinha sabido tão bem como a mão dela na minha, a sua respiração suave na minha bochecha e aquele beijo. Não queria que acabasse nunca e senti-la afastar-se deu-me um nó no coração.
-Desculpa... não resisti...- sussurrou desviando o olhar apenas uma fracção de segundo.
Senti-me explodir de alegria, não tinha sido um engano, nem um acidente... tinha sido um beijo intencional, sentido.
Apertei-lhe a mão numa tentativa frustrada de lhe conseguir explicar o que se passava na minha cabeça, acho até que balbuciei qualquer coisa pelo meio do sorriso aparvalhado que se colou à minha cara. Inclinei-me na sua direcção sem saber muito bem o que fazer e ela deve ter percebido porque em menos de nada os seus lábios encontraram novamente o caminho para os meus.
E desta vez eu fechei os olhos, eu inclinei um pouco a cabeça, eu suspirei de contentamento beijei-a com todo o carinho, toda a ternura, todo o amor.
Um novo relâmpago ressoou lá fora e foi completamente ignorado.
O que não foi ignorado foi o movimento da mão dela que tinha estado todo o tempo delicadamente pousada na minha perna e que começou a subir devagarinho.
Quando chegou à minha cintura apertou-me ainda mais contra ela e quase me ri do pensamento adolescente que me passou pela cabeça quando senti o seu peito encostado a mim. Se calhar ter-me-ia mesmo escapado uma gargalhada não tivesse a minha boca tão ocupada a saborear a sua língua que se enrolava na minha.
Juro que foi sem querer que, ao subir a minha mão pela coxa dela para chegar às suas costas, lhe levantei um pouco a t-shirt... mas quando a ponta dos meus dedos tocaram a pele dela a tentação foi demasiado grande e deixei-a seguir o seu caminho.
Acho que ela ficou um pouco surpreendida por eu estar tão deleitada a passar as minhas mãos pelas suas costas, percorrendo longos caminhos entre os seus ombros e as suas ancas. Se a memória não me falha até sorriu por entre dois beijos quando se apercebeu que eu estava completamente presa pela sensação de a ter nos meus braços.
E teria ficado ali, perdida naquela sensação durante eternidades se não me tivesse chamado a atenção a sua própria mão a deslizar por baixo da minha camisa de dormir, a subir-me pela perna a cima, a fazer uns rodopios extremamente desconcertantes ao chegar à minha cintura e a continuar para cima, sem qualquer intenção de parar pelo caminho.
De repente parou, afastou-se um pouco de mim e desviou-se quando tentei apanhar a sua boca fugidia.
Oh céus... teria feito asneira? Será que não estava a fazer as coisas como deve de ser? Será que a teria agarrado demais? Ter-se-ia arrependido?
-Então.. mas tu dormes de soutien??? - Pergunta-me ela com um ar reprovador.
Fiquei a olhar para ela, boquiaberta.
-Não sabes que lhes tens de dar descanso - continuou ela já com um ar mais brincalhão. - Anda cá...
E enfiando a outra mão rodeou-me e desapertou com mestria os colchetes. Deve ter notado que eu fiquei um bocado atrapalhada porque com muito jeitinho deslizou as alças pelos meus braços sem me levantar a camisa e beijou-me devagarinho enquanto o atirou para longe.
Espalhou beijos pequenos pela minha bochecha e pelo meu pescoço e quando chegou ao meu ouvido murmurou um "deita..." doce.
Lado a lado na cama ainda me parecia mais carinhosa. Não sei se lhe pareci assustada ou envergonhada, mas ela encheu-me de beijos e festas e carinhos e quando me puxou a camisa um pouco para cima olhou-me nos olhos e perguntou se podia.
Se podia??? Desde aquela mão a subir por mim a cima que eu não queria outra coisa.
A camisa subiu até à cintura e a mão dela continuou até passar ao de leve pelo lado da minha mama.
O toque foi subtil, um quase não tocar que me deixou à espera de mais e quando a mão dela passou por lá novamente, desta vez a demorar-se um pouco mais eu não consegui prender um pequeno gemido.
Foi tão pequeno, tão baixinho, mas tenho a certeza que ela o ouviu... ia morrendo de vergonha! inconscientemente levei a mão à boca na tentativa de ainda o apanhar ou de pelo menos não deixar sair mais nenhum.
Ela agarrou a minha mão e abanou a cabeça.
-Deixa-te ir... eu gosto de te ouvir - os olhos dela brilharam quando falou e o sorriso quase maquiavélico que apareceu no cantinho do lábio levou-me a querer que independentemente de eu tentar não fazer barulho ela ia certificar-se que aquele era apenas o primeiro gemido de muitos.
Dito e feito... a mão dela voltou às suas caricias e de repente todo o carinho, todos os sentimentos cor de rosinha que tinham povoado a minha mente já não estavam lá sozinhos. Aquela sensação ainda me era um pouco estranha... era intoxicante, era quente, era avassaladora. A cada toque dela eu era invadida por uma onda de desejo e a cada beijo eu queria-a ainda mais.
Agarrei-a, puxei-a para mim e senti-a a empurrar-me contra a cama.
-Calma - disse-me ela, obviamente divertida com o efeito que tinha em mim.
Deixei-me cair, meio atordoada pelas sensações.
Ela continou a passear as mão pelo meu corpo, a encher-me de beijos. Se eu reagia de uma forma um pouco diferente parava e perguntava com doçura se eu estava bem.
Como é que eu lhe ia explicar que nunca tinha estado tão bem?
De repente a mão dela começou a descer e eu protestei um pouco... as carícias dela estavam a saber-me tão bem, a maneira como ela fazia pequenos círculos em redor dos meus mamilos, a maneira como me agarrava, os pequenos beliscões que me faziam delirar...
-Shhhh... - sossegou-me ela, enquanto sorria para mim - sabes que se quiseres que eu pare só precisas de me dizer, não sabes?
Respondi que sim, presa no olhar dela. E a mão dela continuou a descer... E ela continuou a olhar para mim, atenta. E a mão dela continuou a descer... e os seus ohos nunca largaram os meus. E quando desceu mais um pouco e deslizou para dentro das minhas cuecas e me sentiu estremecer de prazer beijou-me com paixão.
As minhas memórias não são muito nítidas, estava demasiado ocupada a sentir para registar o que quer que fosse. Lembro-me de a agarrar com força e de estar tão enlaçada no prazer que me estava a dar que nem me senti envergonhada quando me disse ao ouvido "estás tão molhada...".
Queria senti-la mais e pedi-lhe meio a medo se podia tirar a t-shirt e ela despiu-se para mim e riu-se quando eu lhe disse "és tão linda" e presenteou-me com mais um beijo antes de me tirar a camisa de dormir e encostar o seu corpo ao meu.
Não vou esquecer nunca a sensação da pele quente dela na minha, da perna dela no meio das minhas, dos beijos que me arrepiaram e do som da respiração acelerada no meu ouvido.
A primeira vez que fizemos amor, iluminadas pelos relampagos e embaladas pela chuva que caia foi perfeita, mágica, tudo o que se costuma ler nos livros e ver nos filmes.
Cada movimento do corpo dela sabia-me tão bem, cada beijo era delicioso, cada toque um deleite.
E quando cansadas e satisfeitas recuperavamos o folego nos braços uma da outra achei que lhe devia dizer...
- Sabes... eu gosto de ti.
- Eu também gosto de ti - disse ela distraída.
- Não... - virei a cara dela para mim - eu gosto de ti. Muito. Estou completamente apaixonada por ti.
Apesar te ter enchido o peito de ar a voz falhou-me mas ela percebeu e o beijo longo que me deu estava cheio de promessas de muitas noites como aquela.
-Sabes - disse, levantando-se da cama - estou toda suada. Não era má ideia ir-me passar por água... Não me queres vir dar banho?
E levou-me pela mão para a banheira onde tudo tinha começado.
Fim
terça-feira, 16 de junho de 2009
Sonho de uma noite de Verão - parte 2
- Só espero que não troveje... - pedi eu novamente às estrelinhas enquanto enfiava a roupa no secador.
-Não sei porque é que não tenho direito a meias - disse ela ao entrar na cozinha.
-Como estava calor... - ahhh... como poderia eu ter-me esquecido que a menina não gostava de ter os pézinhos ao léu- Eu já te vou buscar. Não tens fome?
Ela acenou que sim com a cabeça e enfiou-se no frigorífico em busca de mantimentos.
Era estranho... apesar de tudo era tão confortável estar ao pé dela. Era um dom que ela tinha... acalmava-me o coração mesmo quando o fazia bater descompassado.
Fiz duas sandes de queijo e bacon, enchi dois copos de coca-cola e fomos acabar o filme que estava a ver antes dela chegar.
Sentei-me no cantinho do sofá e ela sentou-se ao meu lado com o tabuleiro ao colo.
Entre uma dentada e outra contou-me que tinha combinado ir passar o fim de semana com uma amiga e que a tinham deixado pendurada.
Quando lhe perguntei se era uma amiga com aspas ou sem aspas ela riu-se.
É impressionante como conseguem tratá-la assim. Será que não se apercebem do que têm? Serão burrinhas? Cegas?
Refilei com ela pelo gosto torcido com que escolhe as companhias... acabam sempre por a deixar ficar mal.
Custou-me ver o ar resignado dela quando encolheu os ombros. Só me apetecia abracá-la com força e ficar ali, a dar-lhe o mimo que lhe faltava.
O filme entretanto já tinha acabado e eu nem tinha apanhado o final.
Um grande bocejo ao meu lado chamou a minha atenção e sugeri que fossemos conversar para o quarto. Assim, se ela colapsasse de sono pelo menos já estava no sitio certo.
Desliguei as luzes de todas as divisões e subimos as escadas enquanto ela me contava as suas últimas peripécias.
Trepámos para a cama e eu comecei a achar que afinal não ia ser assim tão problemático dormir com ela. Afinal estávamos as duas já deitadas e eu ainda não tinha tido nenhum ataque cardíaco, e almofada a que estava agarrada funcionava como uma trincheira, não havia problema nenhum... até que se ouviu, bem forte e definido, bem perto e sonoro, o som de um trovão.
Dei um salto e devo ter ficado branca com o susto porque ela agarrou-me imediatamente na mão e perguntou-me preocupada o que se passava.
O que se passava é que eu tenho medo de trovoadas. Medo, como os putos que correm para a cama dos pais. Medo de me enfiar debaixo dos lençóis. Sempre tive e não passou com a idade.
Mais um trovão, desta vez ainda mais perto.
Ela meteu um braço por cima dos meus ombros e apertou-me a mão com força.
-Shhhh... Eu estou aqui. - disse com uma voz doce.
Mais um trovão, ainda mais perto... a luz do relâmpago a iluminar a chuva de uma forma tenebrosa.
Ela encostou-se mais a mim e eu fiquei dividida entre o medo da trovoada e o medo de a ter tão perto.
Para minha vergonha o meu corpo decidiu sabotar-me e aquela dor no peito quando uma voz na minha cabeça me dizia "ela nunca te vai querer" saiu em duas lágrimas gordas com o trovão seguinte.
-Então... não chora, eu estou aqui. - Disse-me ela baixinho ao meu ouvido e o tom carinhoso com que falou ainda me apertou mais o coração.
Limpou-me a lágrima teimosa que estava presa à minha bochecha e ficou a olhar para mim, o seu rosto a escassos centímetros do meu.
Eu já nem me lembrava da trovoada, mas um estrondo enorme estremeceu as janelas e apagou todas as luzes.
Eu nem me apercebi, tão ocupados estavam os meus sentidos com a sua proximidade mas ela ainda me apertou mais contra si e, para surpresa de ambas, fechou o espaço entre nós com um beijo.
... to be continued
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Lembranças d' Ela
Tenho a "EU" a ler-me o passado que escrevi, pediu-mo com aquele de menina marota que quer um doce mesmo depois de já ter comigo um. Não lhe nego estes prazeres pois já basta os consecutivos NÃOS a que a cometo inúmeras vezes (sim eu sou do contra, adoro dizer NÃO!NÃO!NÃO!), como tal aqui está mais um pedaço de mim...
Onde é que ela está? Eu sei que ela está por aí e ela vai encontrar-me. Acho de uma extrema não sei o quê, pensar que só existe uma pessoa que nos completa, penso mais que cada pessoa é uma peça e que consoante a sua vontade, pode-se moldar a outra pessoa, a outra peça. Por isso elas andam por aí, pensando em alguém como eu, porque eu sou o ideal de alguém.
Where can she be
the right girl for me
i do not know
but i longer so
a look of her eyes
a smile on my face
the shills down my spine
i want to make her mine.
Parece que procuro em toda elas mas sem efeito, quero ser procurada, quero ser achada, conquistada, amada.
Não acho ilusório pensar assim, basta querermos que já é meio caminho feito. A mente humana consegue milagres.
A música tem de movê-la, o amor, o dar de si tem de estar lá, tem de existir nela.
Não é a pensar que vai ser só mais uma aventura, uma das muitas até eu morrer, que a relação vai durar para sempre. Porque ela pode durar para sempre, basta ambas querermos que ela dure. Temos de nos adaptar somente, é algo de mútuo.
Eu tenho qualidades, já chega de pensar menos de mim, de me inferiorizar, pois não o sou, sou alguém que é capaz de amar, de gostar, de dar e de receber, sou divertida, basta estar com as pessoas certas, tenho a minha inteligência, sou prática em muitas situações, carinhosa, meiga, um pouco teimosa, mas não somos todos assim?!
Eu acho que sim.
Aprendemos com o presente, com o passado, com os outros.
Temos coragem, esperança, vida, temos tudo para dar certo, basta encontrar mo-nos. Penso nela sem saber quem ela é e começo a pensar que ela também pensa em mim.
Já estivemos mais longe, essa é a parte boa da espera contínua.
Quero que ela saiba que estou aqui e que a espero. Para que funcione vai ter de ser ela a vir ter comigo, vai ter de ser ela a escolher-me e não ao contrário, eu costumo escolher "mal". Quero ser escolhida, quero saber, sentir como é. Acho que tenho esse direito.
Poema pedido
A textura dos corpos...


