sábado, 27 de fevereiro de 2010

As minhas 20 memórias mais... saborosas - parte 2/20

A minha primeira vez... no carro.

Sim, 26 anos de existência e nunca o tinha feito no carro. Falha essa que tu trataste de resolver num dia à noite.
Já não me lembro de onde vinhamos mas lembro-me de ficar um bocado confusa quando viraste para a zona ao pé das obras e estacionaste o carro no escurinho. Depois olhas-te para mim com *aquele* olhar e eu apanhei rapidamente que aquele não tinha sido um desvio turístico.
Sempre tinha imaginado que o carro era um sítio pouco prático, desconfortável e onde ia ser sempre complicado chegar a algum lado... claro que nestas divagações nunca entrou em cena o efeito que tu tens em mim.
É verdade... tudo o que pensava era efectivamente verdade. Não é prático, não é confortável... mas assim que as tuas mãos deslizaram para debaixo da minha camisola deixei de me importar com esses detalhes.
Sentada em cima de ti a apertar-te entre as minhas pernas eu nem quis saber se o volante estava espetado nas minhas costas ou se o meu joelho se estava a esfolar na porta. Só te sentia a ti a mexeres-te contra mim, a tua língua na minha e nada mais importou.
E confessa que durante os dias seguintes tu tiveste de te morder toda para não te desatares a rir cada vez que alguém perguntava o que tinha acontecido ao meu joelho!

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

As minhas 20 memórias mais... saborosas - parte 1/20

Minha paixão, acho que é uma forma bem apropriada de te dar os parabéns neste dia em que celebramos mais uma vez o tempo que estamos juntas.
Esta é uma prenda duradora pois vais ter direito a um post por dia durante, adivinha, 20 dias.
20 dias a lembrar-te dos momentos em que me deixaste mais quente, mais molhada, com mais fome de ti.
20 dias a contar o quanto te desejo, quanto te quero em mim.
Vamos começar com:

A conversa ao telefone

Foi no início do nosso namoro, num daqueles dias em que passaste a hora de almoço a atazanar-me num jogo de toca e foge que ainda adoras. Beijos longos, mãos por todo o corpo e um adeus logo em seguida.
Saíste para o trabalho e deixaste-me assim, com o coração a bater bem mais em baixo do que era suposto.
Deitei-me no teu sofá e disse-te por mensagem que me tinhas deixado em ponto de caramelo e que ia masturbar-me a pensar em ti. Enquanto enfiava a mão nas cuecas ia-te dizendo que imaginava que era a tua mão que me tocava, descrevi-te o que estava a fazer e tu disseste meio a brincar que gostavas de me ouvir.
Não estavas à espera (sendo honesta nem eu estava à espera) que eu te telefonasse para o trabalho e te concedesse o teu desejo e pelo tempo que demoraste a atender o telefone cheguei a ter medo que não o quisesses realmente. Mas atendeste.
A tua voz soou-me diferente, mais grave e estavas nervosa, dava para perceber. Eu também estava... mas a ouvir-te deixei-me ir.
As minhas ancas ganharam vida própria e enquanto me esfregava na minha mão gemia para o teu ouvido.
Vim-me a ouvir a tua respiração apenas um pouco mais ofegante do outro lado do telefone e despedi-me de ti com um "tem uma boa tarde".
Mal podia esperar que chegasses a casa.

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Bom dia das Namoradas













Amo-te muito meu amor lindo!
























quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Não me liga nenhuma!

Oh meu amor... Eu queria ter um post muito mais interessante para escrever para ti... juro que queria.
Deixei-te a dormir descansadinha na nossa cama e vim para o computador, na esperança que o sono me viesse fazer companhia para me poder ir aninhar junto a ti.
Mas o sono não vinha amor...
Então pensei em usar aquela técnica altamente avançada que tu usas para me adormecer às vezes.
Abri o fecho da saia, enfiei a minha mão até me tocar por cima das minhas cuecas. Toques lentos e leves. Depois um pouco mais fortes... e nada...
Mas será possível que tu me excites só com um olhar, que só com um sussurro me deixes louca de tesão e que eu sozinha me veja tão atrapalhada?
Decidi dar uso ao computador e, sim, fui à procura de porno. E olha que tentei durante uns 20 minutos antes de desistir! Mas nada me puxava, não consegui encontrar um único clip que me fizesse o coração bater tão depressa como um leve beijo teu no meu pescoço. Aliás... a unica coisa que me acelerou o coração foi mesmo a ideia de tu te levantares por algum motivo e me apanhares assim, na minha busca frustrada... acho que morria de vergonha!
Desisti do computador.
Encostei-me para trás enroscadinha no sofá e relembrei a nossa ultima vez neste sofá.
Lembrei-me de estar deitada ao teu lado, cansada, ofegante mas sem conseguir deixar de apertar as pernas uma contra a outra, lembrei-me da tua voz a perguntar-me "queres ir lá com a mão?".
Baixei um pouco as minhas cuequinhas e quando enfiei um dedo em mim fechei os olhos com força e imaginei que eras tu que como daquela vez que entravas em mim com a tua mão, fundo e devagar enquanto eu me roçava contra ti.
Esse pensamento deixou-me molhada, desejosa por te sentir em mim mais uma vez... mas aquela não eras tu e aquela mão não era a tua e acabei por não me conseguir vir... apenas aumentar o desejo de correr escadas a cima, acordar-te e pedir-te por favor, por favor que me fodas como só tu sabes...
É que a mim, meu amor, ela já não liga nenhuma!

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

O deleite de a ter a meu lado

Aquele corpo ali, deitado na sofá. Aquele corpo que desejo, que me põe arder por dentro. Aquele corpo ali à minha espera, sem saber que me esperava. Aquele corpo só meu. O meu pedaço de céu.
Ela estava deitada ali ao meu lado, olhei para ela e não resisti, deixei-me ir na tentação, no desejo, no amor que arde em mim. Deixei-a perplexa quando passei por cima dela e deitei-me sobre as suas costas e comecei a roçar-me nela, a roçar-me sobre o seu rabo, aquele rabo que me fascina, que chama por mim com aquele ar maroto e empinado que só ele tem. A roçar o seu sexo nela, a fazê-la responder às minhas investidas, como que a penetrá-la por trás.
Adoro tê-la assim por trás, deixa-me louca de tesão, de desejo de me ter dentro dela, de a fazer gemer e arquejar, de a levar ao orgasmo, de a foder.
Senti-a começar a gemer sem conseguir conter a sua respiração, sem conseguir estar quieta de baixo de mim, sem se conter de se encostar mais a mim, sem se conseguir conter de levantar aquele rabiosque apetitoso que mexe comigo de uma maneira ... puxei-lhe as calças para baixo e vi toda aquela pele redondinha ao meu dispor, alinhei-me sobre ela e puxei as minhas calças e cuecas para baixo, encostei a minha cona a ela, ao rabo dela e ela gemeu, delirou ao sentir a minha pele de encontro à dela, o meu sexo nas bochechas do seu rabo. Adoro aquela sensação de união das nossas peles, mesmo que por trás, anichar a minha cona naquelas bochechinhas redondinhas e imaginar que estou a entrar dentro dela, a preechê-la por completo, a fodê-la por trás como eu adoro. Aquele gozo de investir sobre ela assim, a saber que ela delira, que me imagina dentro dela, que me sente dentro dela a cada movimento meu contra ela, a cada respiração mais forte que faço, a encostá-la mais contra o sofá para entrar mais dentro dela, para a tocar lá no fundo, bem no fundo da cona e fazê-la deixar escapar um aahhh mais forte que os anteriores. Adoro masturbar-me assim de encontro a ela, a fodê-la assim, de entrar e sair dentro dela repetidas vezes, mas com cuidado, com muito cuidado para não sair completamente, para estar sempre dentro dela a todo o momento, para ela me sentir sempre lá a preenchê-la, a encher-lhe a cona toda de mim.
Cada investida minha fê-la suspirar, gemer, arquejar, mexer-se de baixo de mim, do meu corpo. Cada investida minha a entrar mais dentro dela, a empurra-la com mais força de encontro o sofá para que ela não podesse ter espaço para se poder virar.
Fodi-a assim cada vez mais de pressa, cada vez mais forte. A cada gemido que lhe saía da boca eu entrava mais dentro dela, todo aquele jogo mental de entrar e sair dentro dela, de a sentir em mim, de a preencher , todo esse desejo acumulado, toda aquela tesão em crescimento, todo aquele amor em bruto, ali encostado a ela, sempre com jeitinho a carinho para a não magoar, todo aquele cuidado estudado ao mais ínfimo pormenor em cada gemido dela. Sentia-me cada vez mais perto, mais cheia de tesão a querer sair, cada vez mais perto da libertação de toda aquela tensão sexual.
Sincronizei-me com os seus movimentos cada vez mais rápidos , as nossas ancas unidas como uma num movimento fluido e completo, um perfeito acto de amor. Levei os meus lábios para perto do seu pescoço e perguntei-lhe baixinho ao ouvido se ela me sentia e ela respondeu-me que sim, que me sentia dentro dela, nesse momento senti-me toda a sorrir, feliz por a estar a deleitar com tamanho prazer.
Como que numa onda de desejo ao rubro investi com mais força sobre ela, com mais desejo, com mais tesão, com mais ardor contido em mim, no meu sexo, entrei nela vezes sem conta com movimentos de anca mais fortes e rápidos, entrei nela atá ela tentar conter gemidos de prazer, ao que lhe sussurrei que não o fizesse, que os deixasse sair, que eu gostava de ouvir, depois abrandei para recuperar o fôlego e para a amar mais uma vez calmamente e com carinho, não queria que ela se viesse já.
Queria que ela se sentisse segura comigo, amada e desejada com ternura, pelo que prolongei os meus movimentos, alongei as minhas idas sobre o seu corpo e então parei um pouco antes de voltar para trás, enterrando com mais força a minha cona no seu rabo e perguntei-lhe se a não estava a magoar, ao que ela me disse que não, para eu fazer com mais força, para entrar toda dentro dela até a tocar lá no fundo, ao que num movimento rápido e forte de ancas entrei toda dentro dela, enterrei-me naquelas bochechas e fi-la gemer forte, apartir daí não pude parar mais.
A respiração dela acelerou repentinamente e todo o seu corpo contorceu-se de baixo do meu, não lhe pudia negar mais o extaze.
Ela sentia cada movimento das minhas ancas, cada roçar dos meus pêlos nela, cada som que me saia da boca, cada movimento mais forte e determinado para lhe dar mais prazer, ao que ela começou arquejar mais forte e isso fez com que a onda de calor que antecede o orgasmo me invadisse de repente e me preenchesse por completo e dei por mim e dizer-lhe com a voz quase sumida que me estava a vir.
Entrei e saí dela até me sentir completamente vazia e satisfeita, até a não sentir mais contorcer-se de baixo do meu corpo, mexi-me até lhe fazer sair um último gemido dos lábios e ali ficámos deitadas, inertes, uma em cima da outra a respirar ofegantemente, num encaixe perfeito de puro deleite.
Perguntei-lhe entre respirações ofegantes se ela tinha caído, ao que ela me respondeu: "Vim-me contigo amor, vim-me quando tu me disses-te que te estavas a vir." e assim ficamos as duas a sorrir encaixadas uma na outra.

Feliz Natal amor ***

sábado, 7 de novembro de 2009

O filme que não vi ...

Sentei-me na sala de cinema vazia e esperei pelos trailler's .... então ela passou à minha frente e perguntou se se podia sentas ao meu lado, pelo que meti os casacos na cadeira à minha direita.
"Não gosto de vir ao cinema sozinha!" - Disse-me ela a sorrir meio envergonhada.
Sorri ... e como não sabia o que fazer numa situação daquelas, sorri e ofereci pipocas.
"Não posso .... seria abusar." - Ela ficou mais atrapalhada que eu, mas começou o filme e lá me deixei ficar quieto.
Ela tinha um perfume agradável, não muito forte e o seu cheiro natural era-me bastante cativante. Deixei de reparar no filme e passei a reparar nela, ali senta ao meu lado, tão próxima que lhe consegui-a cheirar o champô no cabelo (fructis).
Reparei em tudo, na saia escura, o sapatinho aberto, a camisola com decote generoso (era-me impossível não reparar nele e face a isso o filme que se lixasse).
Dei por mim a degusta-la lentamente e deixei-me embrenhar em pensamentos quentes. de repente senti que ela olhava para mim e já tirava pipocas do meu balde, sorri e fingi estar a ver o filme.
Senti-me corar e pensei: Merda que foste apanhado em flagrante.
Mas ela não se importou, continuou a tirar pipocas e começou a falar comigo acerca do filme e a fazer perguntas sobre o que eu achava e então comecei a sentir a mão dela na minha perna esquerda ... descontraidamente acariciar-me como se nada fosse.
Paniquei um pouco quando ela me chegou à virilha e não se deteve. Dei um ligeiro salto, ao que ela sorriu com um olhar maroto e eu deixei-me ir, já estava demasiado envolvido em pensamentos dela que levei a minha mão à perna dela e comecei a subir-lhe a saia à medida que lhe acariciava a perna.
A mão dela era esguia, quente e sabia precisamente onde mexer e como me deixar mais louco de desejo por ela e pelo seu corpo. Queria alí, queria fodê-la de encontra as cadeiras, queria o meu caralho dentro dela.
Segredei-lhe ao ouvido: "Metes-mo pra fora?" e imediatamente senti a mão dela deslizar o fecho das calças e envolver-me o caralho já teso e quente com a sua mão macia e sedutora.
Sentia a respiração dela acelerar tal como a minha quando a minha mão lhe roçava ao de leve no sexo. Ela estava tão quente e já tão molhada que os meus dedos não tinham dificuldade nenhuma em deslizar pelo seu clitóris e dar-lhe prazer.
A mão dela sabia-me a mel morno a deslizar pra cima e para baixa no meu caralho grosso, ela deixava-me louco de tesão, só me fazia masturba-la com mais vigor até lhe conseguir fazer escapar uns gemidos deliciosos dos seus lábios molhados.
Pedi-lhe para ela não me fazer vir ali, estava que já não me aguentava de tanta tesão, já não consegui-a estar quieto nem manter-me sentado na cadeira, queria tê-la debaixo de mim e lamber-lhe as mamas, despir-lhe a saia a enfiar a minha pila no meio das suas pernas e roça-la na cona dela.
Ela agarrou-se com as duas mãos aos apoios da cadeira e cravou-lhes as unhas enquanto eu a penetrava com um dedo, ela estava tão molhada que já molhava as pernas e eu queria- a ainda mais. À media que o meu dedo deslizava dentro dela ela inclinou-se para o meu lado e começou a arquejar e a gemer mais alto só para eu ouvir, ela queria-me tal como eu a queria a ela, todo o corpo dela me implorava para a levar ao orgasmo, para lhe meter mais um dedo na cona, para a fazer vir, mas eu não queria só aquilo, queria-a por inteiro e então parei e disse-lhe ao ouvido: "Quero-te foder, quero penetrar-te não só com os dedos, quero entrar em ti com o meu caralho".
Ela recuperou um pouco o fôlego e disse-me: "Leva-me para tua casa, JÁ!".
Meti o caralho pra dentro das calças (com algum custo) enquanto ela ajeitava as cuecas e a saia, vestimos os casacos e saímos apressados de mãos dadas, com uns sorrisos "estúpidos" estampados nas caras coradas.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Estás deserta


... Morro de vergonha quando ela me diz isto. Olha para mim, inclina a cabeça, faz aquele sorriso que me deixa as perninhas a tremer e diz-me: "estás deserta..."
Não sei o que ela pensa na altura. Pelo que lhe vejo nos olhos penso que lhe dará tanto gozo a noção que a desejo assim ardentemente como a oportunidade de brincar comigo, de me "atazanar", como ela gosta de dizer.
Eu baixo os olhos... coro, tento esconder a cara, mas não consigo esconder a veracidade das palavras dela.
A verdade é que quando ela me toca, quando sinto o corpo dela contra o meu, eu deixo de conseguir raciocinar como deve de ser, perco-me na sensação de a ter ali, arrepio-me com a respiração dela na minha pele... e quero-a.
Sim, estou deserta...